QR Codes para eventos ao vivo e encontros
Um evento ao vivo te entrega uma sala que já está prestando atenção. O QR Code é como você segura essa atenção depois que todo mundo sai.

Um evento ao vivo é a coisa mais rara que um criador consegue: uma sala cheia de gente prestando atenção em você, ao mesmo tempo, no mesmo lugar. E aí acaba. As pessoas saem, o momento esfria, e quase toda aquela atenção nunca vira nada.
O QR Code é como você segura isso. Não como enfeite num slide, mas como um momento pensado dentro do evento, em que a sala deixa de ser plateia e vira conexão que você ainda tem na semana seguinte.
Por que evento é o melhor momento de scan
Todo outro ponto disputa atenção. No evento você já tem.
Três coisas se alinham ao mesmo tempo, e isso quase nunca acontece em outro lugar. As pessoas estão paradas, então conseguem mirar a câmera. Já estão interessadas, então não precisam ser convencidas. E existe uma pausa natural no formato, seja o aplauso, a virada ou o fim do seu set.
É essa combinação que faz a taxa de scan em evento ficar muito acima de cartaz ou produto. Você não está interrompendo ninguém. Está dando o que fazer com o interesse que já existe.

Palco e telão
Se tem tela, usa. Um código projetado ou no telão alcança a sala inteira de uma vez, coisa que nenhum impresso faz.
Dimensione para a última fila, não para a primeira. Um código que funciona a três metros é invisível a vinte. Quando não conhecer a sala, exagere no tamanho. Não existe punição para código fácil demais de escanear.
Deixe a área em volta limpa. Fundo carregado atrás do código faz o celular procurar, e as pessoas desistem em uns dois segundos. Contraste alto, respiro em volta, e mantenha parado. Slide animado ou em transição não escaneia.
Sem tela, um código impresso na frente do palco ou num suporte do seu lado cobre as primeiras fileiras, que costumam ser onde está o público mais engajado.
Material de mão, crachá e sinalização
Nem todo evento tem tela, e nem todo momento é momento de palco.
Sinalização de mesa funciona em feiras, mercados e mesa de produtos, onde as pessoas já estão perto e olhando.
Crachá e cordão transformam cada participante num ponto de distribuição. Funciona bem em conferência, onde as pessoas já se escaneiam.
Panfleto e cartão são o único formato que a pessoa leva pra casa. Vale investir nesse, porque sobrevive ao evento.
Display de mesa em evento sentado rende scan no tempo morto antes de começar.
A hora certa de pedir o scan
É aqui que a maioria erra. O código sobe no fim, durante o aplauso, quando todo mundo já está pegando a bolsa.
Mostre antes. O momento mais forte é logo depois do seu melhor momento, seja qual for: a música que a galera reage, a história que acerta, a demo que impressiona. É ali que o interesse pica. Fale o que é o código e deixe no ar.
Depois mostre de novo no fim. A segunda vez pega quem pretendia escanear e não escaneou.
Fale em voz alta o que você quer. "Escaneia aqui pra me seguir" rende muito mais que código em silêncio, porque avisa que o código é pra pessoa e que escanear agora é o esperado.
Um motivo que valha o esforço
Tirar o celular do bolso é um custo pequeno, e as pessoas pesam isso. "Me segue" é um motivo válido. Um motivo concreto é melhor.
Perfis VISU têm recompensa por interação da audiência, e evento é onde isso encaixa mais naturalmente. Um scan que entrega recompensa por ter aparecido transforma uma sala passiva numa sala com motivo pra agir agora, enquanto você está na frente dela. Diferente de seguir, que a pessoa pretende fazer depois e esquece, a recompensa é resgatada na hora.
A mesma lógica vale para qualquer coisa com valor real atrelado: a gravação do show de hoje, desconto na mesa de produtos dez passos adiante, acesso antecipado ao que vem. O que importa é que o que está do outro lado do scan valha os dez segundos, e que esteja claramente ligado a estar ali naquela noite.
Converter antes que o momento passe
Scan não é o objetivo. O que vem depois é.
Aponte o código para o seu perfil, não para um link só. Quem acabou de te ver tocar quer ver o que mais você faz, e o perfil responde isso onde um link isolado é beco sem saída.
Garanta que o perfil combine com o momento. Se as pessoas estão escaneando num show, sua música tem que estar no topo, não enterrada embaixo de links que você adicionou meses atrás. Reordene antes do evento; leva dois minutos e decide o que o visitante de primeira viagem vê.
Assuma que a conexão do local é ruim. Página pesada que trava no wifi lotado de evento perde o scan inteiro.
Depois do evento
Olhe os dados de scan em um ou dois dias, enquanto ainda lembra como foi a noite.
Veja quando foram os picos. Se a maioria dos scans veio depois da terceira música, aquele foi o momento de pico, e da próxima vez o código sobe exatamente ali. Se a exibição do fim rendeu mais que a do meio, é o contrário. Dois ou três eventos e você conhece seu próprio padrão.
Compare entre eventos também. Um código que rende bem em casa pequena e mal em casa grande te diz algo sobre a distância que as pessoas precisam estar, e muda como você exibe.
Para a mecânica de posicionamento por trás de tudo isso, veja onde colocar seu QR de criador, e para a estratégia completa comece pelo guia de campanhas de QR.
Perguntas frequentes
Quando mostrar o QR durante o set?
Logo depois do seu momento mais forte, quando o interesse pica, e de novo no fim para pegar quem pretendia escanear e não escaneou.
Quanto tempo deixar na tela?
Tempo suficiente para a última fila notar, destravar o celular e mirar. Mantenha o quadro parado, porque slide animado não escaneia.
E se o sinal do local for ruim?
Deixe o destino leve. Página pesada que trava no wifi lotado de evento perde o scan inteiro.
Por que dar recompensa por escanear em evento?
Seguir é algo que a pessoa pretende fazer depois e esquece. A recompensa é resgatada na hora, enquanto você ainda está na frente dela.


